Por vezes desejei “me apegar” menos as pessoas, principalmente aos meus “rolos amorosos” rs, colocar em prática o “pega, mas não se apega”, mas estou beirando os 30 anos e ainda não aprendi isso. Encarava isso como um defeito e de repente me dei conta que isso é uma linda qualidade e que ser assim...sou eu! que apesar do sofrimento que gera...é bom!
Por que eu “me apego”?
Eu tenho o hábito de tornar toda e qualquer pessoal que entra na minha vida... especial! Por isso acabo sofrendo quando elas vão embora e não demonstram que fui especial também. Costumava falar para todas que iam o quanto elas foram especiais mas, por mais que minha auto-estima seja inabalável, falta de reciprocidade dói e desestimula. No final a dor passa e as pessoas que foram boas, mesmo que minimamente, ficam guardadas na minha memória, embaladas com carinho...isso me mantém imune ao rancor e a outros sentimentos ruins. As pessoas que foram ruins, também “me apeguei”, mas essas deixei ir, com meu perdão, apesar do sofrimento que me causaram, tornaram-me mais forte, tolerante e piedosa.
Eu tenho mania de “me apegar” sim e “me apego” mais àquelas pessoas que desejo que fiquem. Essas, além de especiais, são pessoas para as quais eu tento ser melhor todos os dias, pelas quais reflito sobre meus atos egoístas e impacientes, por quem faço questão de chorar e me alegrar minutos depois, por quem consigo ser forte, mesmo destruída por dentro.
Vendo dessa forma percebi que “se apegar”, às vezes dói, mas no fim sempre deixa algo bom, que “se apegar” nada mais é que tornar as pessoas especiais e querer ser especial pra elas... onde está o defeito nisso?
Bom esse texto vai pra todos que como eu... tem mania de “se apegar”
Parece um texto que escrevi para me sentir melhor...e é...mas o que me inspirou foi a lembrança de muitos amigos e amigas dizendo... “eu queria me apegar menos”.
Bora “se apegar" galera! rs
sábado, 2 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Um presente de percepção vale mais que um presente de ostentação!!!
Esse ano muita coisa me sensibilizou, incomodou e/ou revoltou, algumas me fizeram chorar, outras apertaram o coração. Sobre muita coisa escreverei ou já escrevi, sobre outras jamais falarei. Mas o tema que me inspirou a escrever hoje cabe muito bem em épocas como esta, que apesar de todo oportunismo comercial, aproxima as pessoas. Especialmente uma pessoa me inspirou e me fez perceber o quão displicentes podemos ser. Por alguns dias estive mal, preocupada, apreensiva, precisava tomar decisões e acalmar o coração, estava de TPM, com saudades e extremamente carente, conversei com várias pessoas, repeti diversas vezes minhas lamúrias, todos ouviram e tentaram me confortar. Apesar disso, apenas uma pessoa fez a diferença, ela falou pouco, foi embora e me trouxe um presente. Tal atitude mudou meu dia... foi uma caixa de Ferrero Rocher, mas poderia ser uma bala e ainda assim causaria o mesmo efeito. Naquele dia ele me percebeu, quis me dar um carinho, pois viu que eu precisava daquilo... foi bom ser percebida. Depois disso refleti como tantas vezes fico tão centrada em meus problemas e obrigações, que acabo esquecendo de perceber as pessoas ao meu redor, que talvez aquela pessoa mais alegre, chore sozinha a noite; que a mais independente, grite silenciosamente por amparo e a mais forte, esconda suas fraquezas.
Nessas e outras épocas nos preocupamos tanto em comprar os “presentes perfeitos”, que esquecemos que, talvez, nosso presenteado precise apenas de um pouquinho de carinho e atenção. Tudo bem... não é fácil dizer a seu filho de 5 anos que, em vez de um tablet, ele vai ganhar um abraço; difícil dizer a namorada que ela não vai ganhar aquele sapato maravilhoso, e sim uma massagem haha...que pena que os valores estejam tão desvairados a ponto de um sapato valer mais que um toque. Mas enfim, o mundo não vai mudar tão cedo, no entanto, na próxima compra pensarei...
“Um presente de percepção vale mais que um presente de ostentação”......no mínimo uma boa desculpa para “mãos de vaca” como eu rs
Bom, finalmente saiu um textinho...com ele desejo também um Feliz Natal, um Próspero 2013 e mais Percepção
Nessas e outras épocas nos preocupamos tanto em comprar os “presentes perfeitos”, que esquecemos que, talvez, nosso presenteado precise apenas de um pouquinho de carinho e atenção. Tudo bem... não é fácil dizer a seu filho de 5 anos que, em vez de um tablet, ele vai ganhar um abraço; difícil dizer a namorada que ela não vai ganhar aquele sapato maravilhoso, e sim uma massagem haha...que pena que os valores estejam tão desvairados a ponto de um sapato valer mais que um toque. Mas enfim, o mundo não vai mudar tão cedo, no entanto, na próxima compra pensarei...
“Um presente de percepção vale mais que um presente de ostentação”......no mínimo uma boa desculpa para “mãos de vaca” como eu rs
Bom, finalmente saiu um textinho...com ele desejo também um Feliz Natal, um Próspero 2013 e mais Percepção
sexta-feira, 16 de março de 2012
“Onde tatuar “Coragem”?
Quero tatuar “Coragem” em alguma língua ou símbolo, mas além de todos os detalhes que ainda preciso decidir, tem um que me atormenta... em que lugar do corpo fazer? Não pode ser em qualquer lugar, tem que ser bem visível, porque uma tattoo de coragem, não demonstra coragem estando escondida. Quando decidi fazer minha primeira tatuagem, eu sabia que seria uma rosa e que deveria ser em um lugar que eu pudesse mostrar e esconder quando quisesse, ficando evidente que existia certo temor de minha parte, afinal nem todo mundo vê com bons olhos uma tattoo, principalmente no mercado de trabalho. Fazer a “Rosa Esclarecida” foi quase um ato de rebeldia, pois meu pai até hoje olha pra ela e tem um quê de decepção no olhar, mas ela também é um sinal de covardia, pois nem sempre ouso mostrá-la. Atualmente, chega a ser banal ter uma tatuagem, mas ainda sim existem preconceitos. Tatuar “Coragem” em um lugar totalmente visível é apenas um detalhe, é minha atitude diante da vida que está sendo questionada. Para mim coragem é um dos ingredientes mais essenciais para viver, sem ela passamos pela vida como meros espectadores. Quantas vezes temos que ter coragem para fazer um corte de cabelo diferente, para sair de um emprego ou desistir de uma proposta, para terminar ou começar um relacionamento? Necessitamos desse substantivo abstrato para as principais decisões da vida. Quando comecei a me questionar sobre o local da minha tatuagem, também comecei a perceber de como precisamos de coragem simplesmente para sermos nós mesmos. A vida vai pisar, criticar, elogiar e sugerir e, constantemente, nos questionaremos se devemos mudar ou não, se somos bons ou não, se essa ou aquela atitude é a causa de nossas decepções e insucessos. Nesses momentos, se faltar coragem, iremos sucumbir à hipocrisia dos covardes nos tornando apenas a imitação da vida de outra pessoa.
Ser feliz é entender e exercitar respeito, autoconhecimento e compaixão, mas nada disso faz sentido se, no momento do desafio, não tivermos coragem para lutar por aquilo que acreditamos e somos.
Por esses e outros questionamentos é que me pego às vezes pensando... “Onde tatuar “Coragem”?
PS: Não fiz a tatuagem e nem sei se farei, esse texto foi escrito já faz um tempo!
Ser feliz é entender e exercitar respeito, autoconhecimento e compaixão, mas nada disso faz sentido se, no momento do desafio, não tivermos coragem para lutar por aquilo que acreditamos e somos.
Por esses e outros questionamentos é que me pego às vezes pensando... “Onde tatuar “Coragem”?
PS: Não fiz a tatuagem e nem sei se farei, esse texto foi escrito já faz um tempo!
sábado, 10 de dezembro de 2011
Funk e Nietzsche... rola?
Leituras de cabeceira atuais: Biologia da Conservação (Primark e Rodrigues); Humano, Demasiado Humano (Nietzsche) e Revista Boa Forma.
Bióloga? Filósofa? Personal trainner? Intelectual ou Fútil?
O que se pode dizer da “bagagem cultural” de uma pessoa por aquilo que ela lê ou deixa de ler?
Qual é o grau de inteligência de alguém que escuta funk?
Às vezes eu me sinto no meio, sentada entre uma pessoa que gosta de falar apenas futilidades e outra que gosta de falar dos últimos avanços nas pesquisas acadêmicas. Como uma boa leonina gosto de palpitar um pouquinho sobre cada coisa, mesmo entendo uma frase do assunto, talvez eu seja apenas ansiosa ou intrometida. Às vezes eu apenas penso... nossa como uma pessoa essencialmente intelectual é chata, ou imagino... como uma cabeça fútil é vazia. A grande questão aqui é que o fato de eu dançar funk e ler a revista Tititi não significa nada sobre o meu “grau de intelectualidade”, e o fato de ouvir Bach e ler Maquiavel não vai dizer nada sobre minha bagagem de “cultura inútil”. Afinal o que se define como intelectual ou fútil? aquilo que é intelectual é bom e aquilo que é fútil é ruim? Será?
Não pretendo fazer apologia ao funk e nem incentivar a leitura de Nietzsche, isso não nos faz melhores ou piores, legais ou chatos, nos faz apenas sensíveis. Leio Nietzsche e não quer dizer que entendo, assisto novela e não quer dizer que não penso. Faço o que faço, porque preciso daquilo, naquele momento, porque às vezes gosto de refletir sobre o “ser ou não ser”, porque às vezes eu gosto de torcer pelo “Peneirão”. Tem dias que quero ser mais inteligente, tem dias que quero apenas esquecer quem sou.
Vamos parar de ser tão “maniqueísta”, de achar que aquela ou essa música é melhor, sentir mais e julgar menos, talvez a felicidade plena esteja apenas na anulação de uma crítica.
Bom esse são os meus votos para 2012 para mim e para vocês caros leitores.
Ahhh e boas festas também com muito funk e Nietzsche hauhauau!
Bióloga? Filósofa? Personal trainner? Intelectual ou Fútil?
O que se pode dizer da “bagagem cultural” de uma pessoa por aquilo que ela lê ou deixa de ler?
Qual é o grau de inteligência de alguém que escuta funk?
Às vezes eu me sinto no meio, sentada entre uma pessoa que gosta de falar apenas futilidades e outra que gosta de falar dos últimos avanços nas pesquisas acadêmicas. Como uma boa leonina gosto de palpitar um pouquinho sobre cada coisa, mesmo entendo uma frase do assunto, talvez eu seja apenas ansiosa ou intrometida. Às vezes eu apenas penso... nossa como uma pessoa essencialmente intelectual é chata, ou imagino... como uma cabeça fútil é vazia. A grande questão aqui é que o fato de eu dançar funk e ler a revista Tititi não significa nada sobre o meu “grau de intelectualidade”, e o fato de ouvir Bach e ler Maquiavel não vai dizer nada sobre minha bagagem de “cultura inútil”. Afinal o que se define como intelectual ou fútil? aquilo que é intelectual é bom e aquilo que é fútil é ruim? Será?
Não pretendo fazer apologia ao funk e nem incentivar a leitura de Nietzsche, isso não nos faz melhores ou piores, legais ou chatos, nos faz apenas sensíveis. Leio Nietzsche e não quer dizer que entendo, assisto novela e não quer dizer que não penso. Faço o que faço, porque preciso daquilo, naquele momento, porque às vezes gosto de refletir sobre o “ser ou não ser”, porque às vezes eu gosto de torcer pelo “Peneirão”. Tem dias que quero ser mais inteligente, tem dias que quero apenas esquecer quem sou.
Vamos parar de ser tão “maniqueísta”, de achar que aquela ou essa música é melhor, sentir mais e julgar menos, talvez a felicidade plena esteja apenas na anulação de uma crítica.
Bom esse são os meus votos para 2012 para mim e para vocês caros leitores.
Ahhh e boas festas também com muito funk e Nietzsche hauhauau!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Perfeição não é o ideal
Vez ou outra quero ser perfeita, mas todos sabemos que a perfeição é humanamente inatingível. Para aceitar tal constatação escrevi o texto, ou talvez poema, abaixo:
"Se fôssemos perfeitos, inventaríamos imperfeições só para nutrir nossa vã insatisfação, para desviar nossa atenção de nossa existência tão carente de significação;
Se fôssemos perfeitos, não teríamos tanta gana em aprender, tanta fome de saber, tudo seria tão certo e belo, tão morto e insosso;
Cada formato com seu gosto tão chato, cada delicada linha sem vida;
A vida seria tão brilhante que seríamos cegos, tão valorizada que seríamos frios;
A perfeição é tão bela quanto o vazio do escuro, tão rica quanto notas queimadas.
É a busca desesperada e a derrota esperada."
"Se fôssemos perfeitos, inventaríamos imperfeições só para nutrir nossa vã insatisfação, para desviar nossa atenção de nossa existência tão carente de significação;
Se fôssemos perfeitos, não teríamos tanta gana em aprender, tanta fome de saber, tudo seria tão certo e belo, tão morto e insosso;
Cada formato com seu gosto tão chato, cada delicada linha sem vida;
A vida seria tão brilhante que seríamos cegos, tão valorizada que seríamos frios;
A perfeição é tão bela quanto o vazio do escuro, tão rica quanto notas queimadas.
É a busca desesperada e a derrota esperada."
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Um pouco de introspecção
Como puderam perceber já faz um tempo que não escrevo, essa vida de adulto toma muito tempo rs! Para não parecer que desisti do blog postei um texto beeeeem pessoal, mas que pode estimular reflexões. Já escrevi faz um tempo também...
Acabo de ler um texto de Oswaldo Montenegro...lindo...perfeito! E uma frase me chamou a atenção:
“Porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio..."
A metade do silêncio é a que mais temo, que mais amedronta, não só a minha, mas a de todos, os ditos seres humanos. Nesse post quero falar sobre a minha metade de silêncio.
Tenho medo que minha ansiedade se canse e perca a fé... tenho medo do cansaço, porque ele me faz desistir das coisas que me fariam mais feliz, das coisas que desconheço, das coisas que preciso aprender, das coisas que poderiam me fazer sorrir ou mesmo chorar. Tenho medo de nunca conhecer o desconhecido, de parar no meio do caminho e retornar ao início... porque sei que não irei parar por medo ou por falta de coragem, mas irei parar pelo cansaço, que vai além de minhas convicções, que chega sem convite, sem cerimônia, simplesmente se instala silencioso e carinhoso. Ele chega e primeiro mata a esperança, depois a persistência. Sem esperança nenhuma vontade se sustenta, nada vai além do primeiro obstáculo. Por isso, também tenho medo que a esperança morra, que minha frágil e dedicada esperança definhe, esqueça a razão de sua existência e apenas desapareça. O cansaço não é algo que se escolhe, é algo que acontece no tempo, e ninguém pode saber quando aparecerá. Tenho medo das coisas que não posso prever, das coisas que não posso me preparar, das coisas que não domino. Compreendo a extensão da minha força, mas não sei se possa dominá-la, não sei se ela pode vencer o cansaço... porque primeiro ele ataca a alma e depois o corpo. Uma alma ferida é uma alma doente e susceptível.
Que meus anseios sejam atendidos antes que o cansaço me alcance, não quero chegar ao fim com a percepção de que perdi.
Ufaaa que silêncio heim!? rs
Para variar deixo a pergunta: Como é a sua metade do silêncio???
Acabo de ler um texto de Oswaldo Montenegro...lindo...perfeito! E uma frase me chamou a atenção:
“Porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio..."
A metade do silêncio é a que mais temo, que mais amedronta, não só a minha, mas a de todos, os ditos seres humanos. Nesse post quero falar sobre a minha metade de silêncio.
Tenho medo que minha ansiedade se canse e perca a fé... tenho medo do cansaço, porque ele me faz desistir das coisas que me fariam mais feliz, das coisas que desconheço, das coisas que preciso aprender, das coisas que poderiam me fazer sorrir ou mesmo chorar. Tenho medo de nunca conhecer o desconhecido, de parar no meio do caminho e retornar ao início... porque sei que não irei parar por medo ou por falta de coragem, mas irei parar pelo cansaço, que vai além de minhas convicções, que chega sem convite, sem cerimônia, simplesmente se instala silencioso e carinhoso. Ele chega e primeiro mata a esperança, depois a persistência. Sem esperança nenhuma vontade se sustenta, nada vai além do primeiro obstáculo. Por isso, também tenho medo que a esperança morra, que minha frágil e dedicada esperança definhe, esqueça a razão de sua existência e apenas desapareça. O cansaço não é algo que se escolhe, é algo que acontece no tempo, e ninguém pode saber quando aparecerá. Tenho medo das coisas que não posso prever, das coisas que não posso me preparar, das coisas que não domino. Compreendo a extensão da minha força, mas não sei se possa dominá-la, não sei se ela pode vencer o cansaço... porque primeiro ele ataca a alma e depois o corpo. Uma alma ferida é uma alma doente e susceptível.
Que meus anseios sejam atendidos antes que o cansaço me alcance, não quero chegar ao fim com a percepção de que perdi.
Ufaaa que silêncio heim!? rs
Para variar deixo a pergunta: Como é a sua metade do silêncio???
quinta-feira, 17 de março de 2011
Inexplicável TEMPO
Um dia me disseram que o tempo resolve tudo... só sei que o tempo tem me ensinado muito...
Aprendi que o tempo não faz esquecer, mas que com o tempo cansamos de lembrar e por isso pensamos menos,
Aprendi que é melhor ser amado aos poucos no tempo, do que ser muito amado por um tempo limitado,
Que quanto mais desejamos manipulá-lo mais ele nos manipula,
Que o tempo das coisas é imprevisível, mas que insistimos em tentar determiná-lo e por isso o perdemos,
Aprendi que a distância dos tempos é pior que as distâncias geográficas,
Que é o tempo que nos faz diversos e distantes...
O tempo da maturidade... pode impedir a união de duas histórias,
O tempo da tolerância... define o momento da ofensa,
O tempo do querer... determina a hora certa de tentar.
É o tempo que faz crescer a culpa e o conforto, que pode ser o maior dos bem feitores e o mais cruel dos algozes.
Damos ao tempo poderes mágicos de cura e mudança, mas para desmascará-lo quis curar minhas feridas e mudar meus sentimentos
Aprendi que mesmo que eu cuide, limpe e passe remédios... as feridas fecham no tempo que elas devem fechar
Que por mais que eu vire, faça e refaça... os sentimentos mudam no tempo que eles devem mudar
Enfim... cansei e aceitei que o tempo é mágico mesmo, pois ninguém consegue se quer tocá-lo e, no entanto, ele nos transforma constantemente.
Confesso que esse tema é bem confuso pra mim, eu vivo pensando e repensando e sempre me sinto impotente, mas é fato que eu sempre aprendo com este inexplicável TEMPO....por isso... demos tempo ao tempo rs.
Agora mudando um pouquinho de assunto...caros leitores, às vezes eu me sinto meio maluca, eu sei que sou meio maluca, mas falar com um leitor imaginário é bem maluco rsrs...eu sei que tenho leitores que leem o blog, mas que não comentam ou que não sabem postar comentários, então vou ensinar como postar um comentário.
-Após ler o texto e sentir uma grande vontade comentar, clic em comentários no final do texto, digite o que quiser, nem se for um "péssimo" ou "mravilhoso" no quadrinho ao lado, depois escreva as palavrinhas de verificação e escolha uma identidade...para quem quer se identificar escolha a opção"Nome/RL" e digite apenas seu nome, e para quem não quer se identificar escolha a opção "Anônimo".
Obrigada e até a próxima e comenteeeeem rs...brincadeira...sem pressão.
Aprendi que o tempo não faz esquecer, mas que com o tempo cansamos de lembrar e por isso pensamos menos,
Aprendi que é melhor ser amado aos poucos no tempo, do que ser muito amado por um tempo limitado,
Que quanto mais desejamos manipulá-lo mais ele nos manipula,
Que o tempo das coisas é imprevisível, mas que insistimos em tentar determiná-lo e por isso o perdemos,
Aprendi que a distância dos tempos é pior que as distâncias geográficas,
Que é o tempo que nos faz diversos e distantes...
O tempo da maturidade... pode impedir a união de duas histórias,
O tempo da tolerância... define o momento da ofensa,
O tempo do querer... determina a hora certa de tentar.
É o tempo que faz crescer a culpa e o conforto, que pode ser o maior dos bem feitores e o mais cruel dos algozes.
Damos ao tempo poderes mágicos de cura e mudança, mas para desmascará-lo quis curar minhas feridas e mudar meus sentimentos
Aprendi que mesmo que eu cuide, limpe e passe remédios... as feridas fecham no tempo que elas devem fechar
Que por mais que eu vire, faça e refaça... os sentimentos mudam no tempo que eles devem mudar
Enfim... cansei e aceitei que o tempo é mágico mesmo, pois ninguém consegue se quer tocá-lo e, no entanto, ele nos transforma constantemente.
Confesso que esse tema é bem confuso pra mim, eu vivo pensando e repensando e sempre me sinto impotente, mas é fato que eu sempre aprendo com este inexplicável TEMPO....por isso... demos tempo ao tempo rs.
Agora mudando um pouquinho de assunto...caros leitores, às vezes eu me sinto meio maluca, eu sei que sou meio maluca, mas falar com um leitor imaginário é bem maluco rsrs...eu sei que tenho leitores que leem o blog, mas que não comentam ou que não sabem postar comentários, então vou ensinar como postar um comentário.
-Após ler o texto e sentir uma grande vontade comentar, clic em comentários no final do texto, digite o que quiser, nem se for um "péssimo" ou "mravilhoso" no quadrinho ao lado, depois escreva as palavrinhas de verificação e escolha uma identidade...para quem quer se identificar escolha a opção"Nome/RL" e digite apenas seu nome, e para quem não quer se identificar escolha a opção "Anônimo".
Obrigada e até a próxima e comenteeeeem rs...brincadeira...sem pressão.
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