domingo, 9 de maio de 2010

Desilusão amorosa

Inspiração é uma coisa muito louca, sem nenhum motivo aparente, sem qualquer experiência recente, minha ou de amigos, e principalmente, no dias das mães fiquei inspirada a escrever sobre desilusão, mais precisamente sobre desilusão amorosa.
As desilusões amorosas podem acontecer na infância, na juventude, na velhice, pode ser fraca, média ou forte, pode matar ou fazer viver.
Minha primeira desilusão foi na juventude, uns sete anos atrás, foi de intensidade média, por ser a primeira doeu um tanto bom, por ser platônica o sofrimento durou pouco. Mas desde aquela época percebi que uma desilusão é apenas a constatação das diferenças, dois personagens que aparentemente estava na mesma história percebem que estavam em histórias diferentes. Não existe culpados cada um apenas viveu a sua maneira, sentiu a sua maneira e um dia uma das partes percebeu a diferença. Dói, confunde, enraivece, mas no final é tudo muito simples... no começo eram duas vidas, contextos diferentes, desenvolvimento diferentes, mesmo que os dois tivessem sido criados da mesma forma, no mesmo lugar, com as mesmas pessoas, ainda existia uma diferença inerente do gênero, tratava-se de um homem e uma mulher, ainda sim existiam semelhanças, existia um química, quase irresistível e isso os uniu. A partir desse momento cada um faz sua parte, a mulher foi delicada, companheira e compreensível, o homem foi atencioso, carinhoso e prestativo, ambos fíeis, ambos felizes. Isso era o que se via na superfície, nos atos, nas atitudes, todos viam, era o casal perfeito. O que não se via era o interior, mais especificamente o campo das interpretações, é aqui onde se encontra o ponto crítico de qualquer relação, é aqui a fonte das desilusões, o campo das interpretações, o campo das diferenças, o campo sem culpados.
Explicando... muita gente consegue falar “eu te amo” com extrema facilidade, amam rápido e até intensamente, outras só falam depois de algum tempo, depois de muita segurança, e muito sentimento, isso é fato cada um ama de um jeito, cada um tem uma concepção de amor, cada um tem um pré-requisito para amar, logo em um relacionamento, cada um vai amar de uma maneira, cada um a sua maneira, e para dar certo tem que se amar de formas parecidas. No cotidiano outras diferenças são evidenciadas: um presente... para uma das partes pode ser um reles presente, mais um, para a outra parte um presente idealizado por longos anos; uma frase... para uma das partes pode ser palavra solta, para a outra uma promessa; um gesto... para uma das partes pode ser o gesto perfeito, para a outra parte mais um de outros tantos gesto rotineiros.
Enfim, tudo vai depender das interpretações que cada um dá para as coisas, e isso depende do contexto de cada um, da vida de cada um, em um relacionamento o que se busca é minimizar essas diferenças, o tempo juntos permite que as partes conheçam um ao outro, aceitando as diferenças.
Vários são os estopins, ninguém é culpado e a diferença de interpretações pode ser uma das causas. Na desilusão, alguém descobre uma ilusão e depois passa horas, meses e até anos, tentando entender como se iludiu tanto, quando na verdade ela apenas interpretou, da única forma que poderia, o amor.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Filosofia do Rocky Lutador

Quem já assistiu algum dos filmes do Rocky Lutador sabe que o personagem de Sylvester Stallone só reage nas lutas depois de ficar todo ensanguentado de tanto apanhar. Em um dos seis filmes da série, acredito que no último, Rocky falou uma frase que é pura filosofia e que, além de explicar seu vício em apanhar (rs), também pode ser um bom lema a ser seguido. Ele disse:

“O QUE IMPORTA NÃO É A FORÇA COM QUE VOCÊ BATE E SIM O QUANTO AGUENTA APANHAR E AINDA SEGUIR EM FRENTE!”

Pensando no Rocky, com certeza uma das características que o fazia vencer era a sua resistência, agora pensando em nossa vida....quantas vezes já “apanhamos” da vida? Quantas vezes pensamos em desistir? Quantas vezes decidimos seguir em frente? Contando da perspectiva da minha vida – que é uma boa vida-, apanhei inúmeras vezes, pensei em desistir muitas vezes e decidi seguir em frente outras tantas. A filosofia do Rocky vem de encontro a uma suposição que está me incomodando a um bom tempo. Aqui, caros leitores, preciso fazer uma ressalva, após este parágrafo o texto será composto por meras suposições, minhas suposições, é importante deixar isso bem claro, pois suposições não são verdades, são apenas possibilidades, e gostaria que vocês optassem sobre essas possibilidades e até postassem aqui as suas suposições. Então sem mais delongas....
A filosofia do Rocky vem de encontro a minha suposição de que “cada um recebe aquilo que pode suportar”, logo se apanho muito é porque posso suportar. Às vezes, olhando uma pessoa paraplégica na rua, fico me questionando como seria se eu estivesse no lugar dela, como eu reagiria à tamanha “surra”, eu teria aquela felicidade no olhar? Eu teria aquela vontade de vencer? Este questionamento é bem incômodo para mim, porque percebo que muitas vezes fico extremamente desanimada e triste com coisas muito pequenas, imagina como eu ficaria se estivesse em uma cadeira de rodas. Com certeza quando estamos em situações como esta, mudamos, amadurecemos, descobrimos força onde não havia, reeditamos nossas motivações.
A suposição de que falo é baseada em fatos e até em outras suposições, às vezes eu noto que algumas pessoas precisam entrar na vida de outras, que aquela pessoa não é sortuda, mas recebeu um pouco de acalento divino, que algumas pessoas não têm certas coisas porque precisam viver sem elas, porque são fortes, ou porque precisam da falta para aprender a paciência. Enfim, suposições...
Meu medo maior não é apanhar, é o quanto ainda preciso apanhar, medo de não ser tão forte quanto foi suposto, medo de não encontrar o conforto no final da estrada. Medos, medos....todos cultivados pelo mistério da vida, pela incerteza do futuro...o futuro que é algo que não existe, mas pelo qual tomamos a decisão de continuar apanhando...contraditório? Não...é vida!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Por que ainda vou no 100 dias?

Muitas pessoas não acreditam que ainda frequento o 100 dias, mas eu frequento e frequentarei até sei lá quando.
Bom, antes de começar a falar sobre o 100 dias, devo explicar o que é o 100 dias para quem não conhece... O 100 dias é uma festa que tem como elementos: um trio elétrico, muita cerveja e, na maioria das vezes, lama, muita lama, ressaltando que é tudo de graça, porém a entrada não é liberada, tenta-se restringir a entrada apenas aos alunos da faculdade organizadora. Essa festa é oferecida pelos futuros formandos e o nome dela deveria representar o número de dias que faltam para formatura, mas nem sempre, ou quase nunca, representa.
Eu adoro o 100 dias, entendo esse dia como o dia em que voltamos a ser crianças, afinal em que outra fase da vida é gostoso rolar na lama rs. Criança não bebe cerveja (ou não deveria), mas um bêbado pode muito bem ter atitudes de criança quando bebe, e isso é gritante no 100 dias. Nessa festa homens e mulheres brincam de correr, de derrubar, de imitar, de se sujar... homens e mulheres simplesmente brincam! A partir da 12h, de uma segunda ou terça-feira comum, deixam suas obrigações adultas de lado e vão fazer coisas de crianças. A bebida pode ser perigosa, mas na medida certa e nos momentos de felicidade é também uma espécie de destruidora de barreiras, ela derruba o muro da vergonha, o muro do pudor, o muro da sensatez, traz de volta aquela despreocupada e inocente capacidade de falar sem pensar, de agir espontaneamente. Essa característica da bebida não poderia ser mais ideal em uma festa onde a estética é o menos importante, onde a maioria das pessoas usa suas piores roupas (aquelas prontas para serem jogadas no lixo), onde o cabelo não tem chapinha, nem gel, onde o protetor é o cosmético mais essencial.
O 100 dias devia ser livre de preconceitos, de inimizades, de errôneas interpretações, mas nada é perfeito, ainda mais quando é feito de humanidades. O 100 dias, para mim, é o “Dia das crianças” para adultos, onde exercito minha capacidade de brincar, tão esquecida em meu cotidiano adulto.
Quando estou lá, no meio de toda aquela criancice, eu rio à toa, às vezes deixo as lágrimas se unirem às gotas de cerveja. Rio pela felicidade de existir uma festa assim, choro de medo de ser meu último 100 dias.
Infelizmente, apesar de toda beleza infantil, nessa festa existem adultos com suas imperfeições que o mundo já não compreende tão bem, então nesse mesmo dia muitas criancices são entendidas como afronta, muita bricandeira como “fazer graça”, eu prefiro ver com olhos de criança, prefiro enxergar a pureza dos atos, a beleza dos sorrisos desses adultos, voltando a ser crianças.
Tem muita coisa ruim nessa festa também (incluindo 3 pontos no pé esquerdo rs), mas este texto é para dizer o motivo pelo qual ainda frequento, então é isso ai!
Agora deixo uma frase que formulei ao sair do último 100 dias que fui...

Quando eu não quiser mais brincar de viver, então estarei pronta para deixar a vida!

Frase forte não!!! Coisa de bêbada hauhauahuah

No momento quero brincar muuuuuuuuuuito então que venham os próximos 100 dias e outras oportunidades de ser criança rs

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Hmmm como é bom peidar!

Depois de um bom tempo sem escrever e ainda sem uma grande inspiração gostaria de fazer um teste comigo. Não queria escrever no blog textos autobiográficos, sei que vez ou outra escrevo posts falando de alguma situação particular, é claro que tudo que escrevo tem a ver com minhas percepções do mundo, mas tento evitar o subjetivismo, enfim...
Alguns leitores, amigos próximos, fizeram colocações sobre meus textos que achei extremamente interessantes, eles me disseram que meus textos são muito dramáticos – isso eu já sabia – mas também comentaram que eles não me enxergam nos textos, que pessoalmente não sou tão dramática e nem tão...como eu poderia dizer...complexa, viajada...eles também não conseguiram definir, apenas deixaram claro que o que escrevo não é o que sou. Essa colocação me deixou intrigada, achei interessante ser algo quando escrevo e algo quando convivo, ao mesmo tempo fiquei preocupada, ou melhor, incomodada. Por isso, este post seria uma tentativa de explicar tal duplicidade, mas não me agrada falar de mim no blog, será que meus leitores se interessam por quem sou? Eu sempre me interesso pelos autores que leio, como vivem e viveram é inerente ao que escrevem, mas isso não vem ao caso agora. O que deve ser discutido aqui é a origem da minha duplicidade, por isso estive avaliando como sou, ou como tento ser quando estou socializando, mas não quero falar sobre isso aqui, então vou tentar escrever um texto com esse outro lado....difícil, escrever pra mim exige mais complexidade e no conviver eu prefiro a simplicidade, o claro, o leve, para escrever eu escavo o escuro, interpelo o pesado, no conviver uso frases curtas, no escrever textos longos. Quem me conhece está acostumado com meus lapsos filosóficos, mas nem imagina o tamanho daquele questionamento e por isso talvez não me reconheça no blog.
Então vamos ao texto do meu lado conviver:

Conviver é: peidar...haha...palavra chula mas simples e pura, tudo que o conviver tem que ser, o conviver tem que respeitar, mas tem que liberar, tem que ter liberdade para chorar e para rir, tem que ter disposição para beber e cair, e levantar – claro -, tem que tirar um sarro, dançar feito um palhaço, tem que rir das “desgraças”e apoiar no bafão - se possível participar - conviver também tem que ser sério, ouvir sem limites, falar o necessário e as vezes o desnecessário, mas nunca perder o respeito, para viver é preciso coragem, para conviver é preciso verdade, você pode ser estranho, chato ou depravado, mas tem que ser verdadeiro, tem que estar sempre em primeiro, mas nunca colocar ninguém em segundo, tem que bravejar, mas nunca humilhar. Conviver é peidar sim, afinal quem não tem gases?...mas nem todo mundo consegue adquirir a liberdade de peidar ao lado do outro, mas quando se sabe que peidar é algo fisiológico que todo mundo faz e nem sempre consegue segurar é fácil soltar e perdoar rs.
Não quero com esse texto incentivar que todos saiam por ai peidando...foi só um exemplo chulo para dizer que conviver exige que tenhamos plena consciência de que o outro, além de peidar, também pode rir e chorar, exatamente como nós.


Ahhh voltando a minha "duplicidade"...quando convivo eu simplesmente não vejo nenhum problema em falar sobre peido, quando escrevo também não, só que quando escrevo prefiro ver o lado filosófico do peido. Entenderam? rs

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

E se eu pudesse voltar no tempo...

Ontem assisti ao filme Efeito Borboleta, um filme que conta a vida de um jovem que herdou uma espécie de maldição - a capacidade de voltar no passado e mudá-lo – de seu pai. Maldição ou dom? Enfim, o filme me levou a questionar sobre as coisas que eu gostaria de ter feito diferente, porém nada me veio à cabeça, os fatos que eu gostaria de mudar estão além de mim e de minhas escolhas. Passamos dias, meses e até anos remoendo situações, questionando escolhas, imaginando palavras que poderiam ter sido caladas ou palavras que deveriam ter sido faladas, supondo que tínhamos o poder para ter feito diferente. Nesse momento entramos na velha e recorrente discussão sobre o que rege nossas vidas... Deus? Destino? Forças eletromagnéticas? Acaso? Não sei a resposta e nem me arrisco a escrever um post sobre isso, mas de uma coisa eu tenho certeza... no passado fizemos o que estávamos prontos para fazer naquele momento, não podemos esperar que nossa experiência de hoje fosse usada à 10 anos atrás, que nossa sensibilidade percebesse o que conseguimos perceber hoje, logo não acredito que eu poderia ter feito diferente, fiz aquilo que estava pronta para fazer.
Sendo assim, já que não podemos voltar no passado (não por enquanto), podemos, pelos menos, especular sobre como iríamos nos sentir se tomássemos essa ou aquela decisão, quem se conhece pelo menos um pouquinho, já consegue imaginar como irá reagir em certas situações, logo podemos decidir fazer ou não certas coisas e, assim, evitar o arrependimento. Também aprendi uma coisa bem simples... o que não gostamos de ter feito, podemos não fazer mais e ponto...o drama acaba e fica no passado, aprendemos com um erro e temos a escolha de não errar mais...simples... o futuro não é libertador!?
Talvez seja muito fácil falar de escolhas e erros em uma vida fácil, mas é fato que não podemos mudar o passado, por isso não vejo muito sentido em ficar remoendo além do aprendizado por isso termino o post com este perfeito trecho de um texto de Chico Xavier.

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”

domingo, 20 de dezembro de 2009

No cárcere da hipocrisia

O mais infeliz hipócrita é aquele que aceita ser algo por medo de descobrir quem realmente é, nossa natureza algumas vezes pode ser assustadora. A descoberta traz insegurança, algo que nós, seres humanos, evitamos, pois nos torna fracos e susceptíveis. Então, muita gente prefere ser apenas o conveniente, o problema é que nem tudo que convém é bom e/ou verdadeiro.
Antes mesmo de sermos gerados nos é dado um padrão, o padrão “cidadão”, depois o padrão “filho”, o padrão “estudante”, o padrão “empregado” e assim por diante, vamos acumulando padrões, ou melhor, papéis sociais. Quando adquirimos autoconsciência estamos tão presos a esses papéis, que tememos abdicar deles, tememos mudar suas características, como se eles fossem nossa essência. Tudo bem que ser avesso as condições de “ser social” causa um certo desconforto, mas o que me entristece, e às vezes enraivece, é o quanto as pessoas podem ser covardes em assumirem quem são, o quanto a clareza pode ser criticada, o quanto se finge só para manter seja lá o que for, parece-me uma sociedade viciada em interpretar papéis. O mais engraçado é que para manter seus hipócritas papéis algumas pessoas preferem supor e avaliar a vida alheia ao invés de cuidar de suas medíocres vidas, porque alguém que prefere gastar tempo com a vida dos outros só pode ter uma vida medíocre. Além disso, esse tipo de pessoa é o pior dos hipócritas, pois avalia e critica tanto a vida alheia só porque tem medo do que vai encontrar na sua. É esse medo que desperta em algumas pessoas uma certa aversão a solidão, certamente que essa aversão pode ter outros motivos, mas tenho uma teoria... quando estamos sozinhos somos apenas nós e não papéis sociais, não somos filhos, nem namorados, nem amigos, nem coisa nenhuma, somos apenas nós com nossos medos e anseios, que no momento da solidão não precisam ficar escondidos atrás da máscara da força, somos nós com nossos pequenos pensamentos insanos que não precisam disfarçar diante da admirada sensatez, ficamos ali... nus! diante de um espelho que mostra apenas nossa pura e despretensiosa verdade. Por isso, como este post, provavelmente vai ser o último de 2009, além de desejá-los um feliz natal e um próspero ano novo como é de praxe... desejo que vocês fiquem alguns minutos completamente sozinhos para que possam descobrir quanta verdade existiu nos papéis sociais que interpretaram esse ano, quem sabe, assim, algumas pessoas descobrem que suas vidas são como todas as outras, cheias de surpresas e maravilhas. Boa solidão!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sinta a música

Há muito tempo queria escrever sobre esse tema, mas estava imaginando uma forma impessoal de tratar esse assunto, no entanto, conclui que para mim é impossível, pois o que entendo de música é puro sentimento. Nunca me preocupei em saber nomes, letras, acordes, estilos tudo que compreendo de música é fechar os olhos e deixar ela tocar cada sensor de meu corpo e isso me basta. Entre as artes, a que considero a mais poderosa, capaz de nos fazer chorar, rir, enraivecer, acalmar, enfraquecer e fortalecer.... discorda? Experimente:

Para chorar: Angel – Sarah McLachlan;

Para rir: Uma arlinda mulher - Mamonas Assassinas;

Para fortalecer: Wherever May Roam - Metallica;

Para acalmar: Paciência - Lenine;

Para enfraquecer: My Immortal - Evanescence.

É claro que estas músicas podem despertar sentimentos diferentes em pessoas diferentes, mas eu duvido que não despertam nada.

A música nos manipula, tantas críticas a TV e somos manipulados por instrumentos e vozes, mas assim como a TV podemos desligar a música, mas convenhamos a vida sem música é igual a cheeseburger sem queijo, arroz sem feijão, futebol sem torcida, jardim sem flor, enfim... a vida é sem graça, ou melhor sem ritmo.
A música é a expressão máxima do ritmo de nossos corações e deve ser por isso que somos tão facilmente envolvidos por ela, porque ela simplesmente entra em sintonia com as batidas de nossos corações e de repente já é parte de nós, agora entendo o que disse acima sobre a música tocar cada sensor de meu corpo, não poderia ser diferente, estando em sintonia com as batidas do coração ela é bombeada a cada célula de nosso corpo, levando vibrações de vida a cada ínfima parte de nosso ser.
A música nos mostra o quanto somos parecidos e ao mesmo tempo diversos, quantas vezes você ouviu uma música e pensou... essa música é minha!!! Quantas pessoas não terão dito a mesma coisa, porém cada um a sente de um jeito, com uma intensidade, com uma interpretação.

Bom poderia falar muito mais sobre música, mas este texto ficaria longo demais, então paro por aqui.
Escutem as músicas e vejam o que elas despertam em vocês e, caso sintam dsposição, deixe escrito nos comentários.

Angel - http://www.youtube.com/watch?v=SnL1e4-NfaA&feature=related
Uma arlinda mulher - http://www.youtube.com/watch?v=vnk3eQFvGIc&feature=fvw
Wherever May Roam - http://www.youtube.com/watch?v=JgNkvLB7BlM&feature=fvw
Paciência - http://www.youtube.com/watch?v=HZnvUNVkKfY
My immortal - http://www.youtube.com/watch?v=idd_92ajjwY&feature=fvst